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12 junho 2014

A IDOLATRIA DA FESTA PAGÃ JUNINA!




Festas juninas ou Festas dos santos populares -  Festas juninas ou Festas dos santos populares - são celebrações católicas que acontecem em vários países e que são historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão (no hemisfério norte) e de inverno (no hemisfério sul), que é celebrado no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano). Tal festa teve origem na Idade Média, se tornando a Festa junina. Outros dois santos católicos populares celebrados nesta mesma época são São Pedro e São Paulo (no dia 29) e Santo António (no dia 13). Em Portugal, as festas dos 3 santos populares marcam o início das festas católicas por todo o país.

Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa — Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia —, mas também ocorrem em grande escala na Irlanda, na Galiza, em partes do Reino Unido (especialmente na Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.


O povo de Israel abraçou os costumes das nações pagãs e foi criticado pelos profetas de Deus. A vida de Elias é um exemplo específico do que estamos falando. Ele desafiou o povo de Israel a escolher entre Jeová Deus e Baal. O profeta pôs o povo à prova: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o, e se Baal, segui-o” (1Rs 18.21). É claro que o contexto histórico do texto bíblico em pauta é outro, mas, como observadores e seguidores da Palavra de Deus, devemos tomar muito cuidado para não nos envolvermos com práticas herdadas do paganismo. Pois é muito arriscada a mistura de costumes religiosos, impróprios à luz da Bíblia, adotada por alguns evangélicos. É preciso que os líderes e pastores aprofundem a questão, analisem a realidade cultural do local em que desenvolvem certas atividades evangelísticas e ministério e orientem os membros de suas respectivas comunidades para que criem e ensinem os filhos nos preceitos recomendados pela Palavra de Deus. O simples fato de proibirem as crianças a participar dessas comemorações na escola em que estudam não resolve o problema, antes, acaba agravando a situação.

O que diz a Bíblia?

      Para muitos cristãos, pode parecer que a participação deles nessas festividades juninas não tenha nenhum mal, e que a Bíblia não se posiciona a respeito. O apóstolo Paulo, no entanto, declara em 1 Coríntios 10.11 que as coisas que nos foram escritas no passado nos foram escritas para advertência nossa. Vejamos o que ele disse: “Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.

      O que nos mostra a história do povo de Israel em sua caminhada do Egito para Canaã? Quando os israelitas acamparam junto ao Monte Sinai, Moisés subiu ao monte para receber a lei da parte de Deus. A demora de Moisés despertou no povo o desejo de promover uma festa a Deus. Arão foi consultado e, depois de concordar, ele próprio coletou os objetos de ouro e fabricou um bezerro com esse material. O texto bíblico diz o seguinte: “Ele os tomou das suas mãos, e com um buril deu forma ao ouro, e dele fez um bezerro de fundição. Então eles disseram: São estes, ó Israel, os teus deuses, que te tiraram da terra do Egito. Arão, vendo isto, edificou um altar diante do bezerro e, apregoando, disse: Amanhã será festa ao Senhor” (Êx 32.4-5).

      Qual foi o resultado dessa festa idólatra ao Senhor? Deus os puniu severamente: “Chegando ele ao arraial e vendo o bezerro e as danças, acendeu-se-lhe a ira, e arremessou das mãos as tábuas, e as quebrou ao pé do monte. Então tomou o bezerro que tinham feito, e o queimou no fogo, moendo-o até que se tornou em pó, e o espargiu sobre a água, e deu-o a beber aos filhos de Israel. Então ele lhes disse: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa. Passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho” (Êx 32.19-20,27).

      O teor religioso das festas juninas não passa de um ato idólatra quando se presta culto a Santo Antônio, São João e São Pedro. Paulo declara o seguinte: “Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios” (1Co 10.19-20).

“E serviram aos seus ídolos, que vieram a ser-lhes um laço. Demais disto, sacrificaram seus filhos e suas filhas aos demônios. E derramaram sangue de seus filhos e de suas filhas que sacrificaram aos ídolos de Canaã; e a terra foi manchada com sangue”(Sl 106.36-37).

      Como crentes, devemos adorar somente a Deus: “Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mt 4.10). Assim, nossos lábios devem louvar tão-somente o Senhor Deus: “Portanto, ofereçamos sempre por meio dele a Deus sacrifício de louvor, que é o fruto dos lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). O texto de Apocalipse 7.9 é um bom exemplo do que estamos falando: “Depois destas coisas olhei, e eis aqui uma multidão, a qual ninguém podia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, que estavam diante do trono, e perante o Cordeiro, trajando vestes brancas com palmas nas suas mãos. E clamavam com grande voz, dizendo: Salvação ao nosso Deus, que está assentado no trono, e ao Cordeiro”. 

      Lembramos a atitude de Paulo e Barnabé diante de um ato de adoração que certos homens quiseram prestar a eles: “E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós. E chamavam Júpiter a Barnabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes. Porém, ouvindo isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando, e dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há” (Atos 14.11-15).

Os santos que já morreram não podem ajudar aos vivos.(Lucas 15:11 a seguir)

      Normalmente, as pessoas que participam das festas juninas querem tributar louvores a seus patronos como gratidão pelos benefícios recebidos. Admitem que foram atendidas por Santo Antônio, São João Batista e São Pedro. Crêem também que esses santos podem interceder por elas junto a Deus. Entretanto, os santos não podem fazer nada pelos vivos. Pedro e João, como servos de Deus obedientes que foram, estão em algum lugar reservado aguardando o grande dia do Senhor, conscientes da felicidade que lá os espera. (Lc 23.43; 2Co 5.6-8; Fp 1.21-23). Não estão ouvindo, de forma nenhuma, os pedidos das pessoas que os cultuam aqui na terra. O único intercessor eficaz junto a Deus é Jesus Cristo. Diz a Bíblia: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (1Tm 2.5).


“É Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós” (Rm 8.34).

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo. E ele é a propiciação pelos nossos pecados, e não somente pelos nossos, mas também pelos de todo o mundo” (1Jo 2.1-2).

      Foi o próprio Senhor Jesus quem nos disse que deveríamos orar ao Pai em seu nome para que pudéssemos alcançar respostas aos nossos pedidos: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome eu o farei” (Jo 14.13-14).

      Quanto ao teor religioso das festas juninas, podemos declarar as palavras de Deus ditas por meio do profeta: “Odeio, desprezo as vossas festas, e as vossas assembléias solenes não me exalarão bom cheiro” (Am 5.21).

      Como seguidores de Cristo, suplicamos, diante desta delicada exposição, que Deus nos conceda sabedoria para que consigamos proceder de uma maneira que o agrade em todas as circunstâncias, pois: “toda ação de nossa vida toca alguma corda que vibrará na eternidade” (E. H. Chapin).

FOGUEIRAS

      A fogueira é um elemento essencial nas festas juninas. Algumas regiões ainda conservam a bizarra tradição de caminhar sobre as brasas. Você sabia que convencionalmente cada uma das três festas, Santo Antônio, São Pedro e São João, exige um arranjo diferente de fogueira?

"Santo Antônio"
As lenhas são atreladas em formato quadrangular.

"São Pedro"
As lenhas são atreladas em formato triangular.

"São João"
As lenhas são atreladas observando o modelo habitual; possui formato arredondado semelhante à pirâmide.

COMIDAS TÍPICAS

     As festas juninas são comemoradas com comidas típicas: curau, batata-doce, mandioca, pipoca, canjica, pé-de-moleque, pinhão, gengibre, quentão, entre outros.

VOCÊ SABIA:

      Que a quadrilha é uma dança de origem francesa? Foi trazida ao Brasil no início do século XIX passando a ser dançada nos salões da corte e da aristocracia brasileira. Com o passar do tempo, deixou a nata da sociedade e incorporou-se às festas populares gerando, assim, suas variantes no interior do país.

“Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele isso é que contamina o homem.” (Marcos 7:15)

     O que não dá pra entender (e não concordo) é o que muitos cristãos fazem nessas ocasiões. Dizem que a festa junina não tem nada demais nisso, “Arraial de Jesus”. Ai não dá. No fundo eles querem participar da festa tradicional, pois não veem nenhum mal nisso, mas como são proibidos pela igreja de participar, dizem que não tem nada demais nisso, resolvem criar o mesmo evento só para “crentes”. Assim, criam a festa junina para crentes, o carnaval para crentes, o futebol para crentes, a moda para crentes... e por ai vai. Essas coisas só mostram que estamos sendo luzes embaixo da cama.

“Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.” (Mateus 5:14-16).

A festa junina humilha o “caipira”
    
Representado como um homem com roupas rasgadas, sujo e sem dentes que há humilhação. Isso se chama caricatura? É uma representação que exagera as peculiaridades ou defeitos de pessoas ou coisas, visando provocar um efeito cômico.
     Felizmente, há algum tempo, aprendi a caminhar com minhas próprias pernas no que diz respeito à compreensão da Palavra de Deus. Com a ajuda do Espírito Santo, aprendi que o Evangelho de Jesus Cristo é puro, simples, maravilhoso, completo e perfeito! Nenhuma regra, costume, tradição ou opinião pode se comparar aos ensinos do meu Mestre. E é baseado na Nova Aliança que eu vivo, mesmo que para isso eu tenha que discordar de 90% das igrejas e dos cristãos, que não obedecem a sã doutrina do Senhor, e a aqueles que distorcem a palavra da verdade para sua própria perdição (2 Pedro 3:16)
     
Romanos 14:14 = “Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda; para esse é imunda.”

Tito 1: 15,16 = Todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados e infiéis; antes o seu entendimento e consciência estão contaminados.
Confessam que conhecem a Deus, mas negam-no com as obras, sendo abomináveis, e desobedientes, e reprovados para toda a boa obra.

É uma festa idólatra?

1 -  As festas juninas foram incentivadas pela Igreja Católica para que os seus santos pudessem ser lembrados.

2 - Veja a  explicação dada pelos Católicos:

"Nossa Senhora e Santa Izabel eram muito amigas. Por esse motivo, costumavam visitar-se com freqüência, afinal de contas amigos de verdade costumam conversar bastante. Um dia, Santa Izabel foi à casa de Nossa Senhora para contar uma novidade: estava esperando um bebê ao qual daria o nome de João Batista. Ela estava muito feliz por isso! Mas naquele tempo, sem muitas opções de comunicação, Nossa Senhora queria saber de que forma seria informada sobre o nascimento do pequeno João Batista. Não havia correio, telefone, muito menos internet. Assim, Santa Izabel combinou que acenderia uma fogueira bem grande que pudesse ser vista à distância. Combinou com Nossa Senhora que mandaria erguer um grande mastro com uma boneca sobre ele. O tempo passou e, do jeitinho que combinaram, Santa Izabel fez. Lá de longe Nossa Senhora avistou o sinal de fumaça, logo depois viu a fogueira. Ela sorriu e compreendeu a mensagem. Foi visitar a amiga e a encontrou com um belo bebê nos braços, era dia 24 de junho. Começou, então, a ser festejado São João com mastro, fogueira e outras coisas, como foguetes, danças e muito mais!" (Revista Defesa da Fé, Ano 7, nº 45, junho de 2002)

3 - Como se sabe, estas festas fazem referência a Santo Antonio (13 de junho), São João (24 de junho) e a São Pedro (29 de junho).

4 - Nestas festas, ocorrem rezas, canções, missas e alegorias.

5 - Os balões que sobem representam os pedidos que também terão sucesso diante dos santos.

6 - As comidas e doces são oferecidos a estes santos.(comidas sacrificadas aos ídolos 1 Cor.8 a seguir)

7 - Embora saibamos que estes santos não comam, mas este ritual é muito parecido aos despachos espíritas.

8 - A aparência é inocente, mas há uma profunda insatisfação divina em seu envolvimento.
I Coríntios 10:14, 20-22, 28
14 Portanto, meus amados, fuja da idolatria.
20 Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demônios. 
21 Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
22 Ou irritaremos o Senhor? Somos nós mais fortes do que ele?
28 Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude.

9 - Alguns diriam: "Ah, Pastor, mas isto é exagero! É só uma brincadeira popular, onde comemos paçoquinha, amendoim, pipoca, milho-verde e cachorro-quente".

10 - Não há problema espiritual em comer tais guloseimas.

11 - O problema é comê-las num ritual de oferendas aos Santos Católicos.

12 - Isto é idolatria e ofende ao Senhor.

 POR CAUSA DA CONSCIÊNCIA.


A -  Os santos não têm poder algum.

1 - Sabemos que não há outros intermediários entre Deus e os homens.

I Timóteo 2:5
"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem".

2 - A idéia de que haja santos agindo em nosso favor diante de Deus é uma grande mentira patrocinada pelo Catolicismo.

3 - Deus jamais aceitou este conceito.
Êxodo 20:3-5

3. Não terás outros deuses diante de mim.

4. Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.

5. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam.

4 - As festas juninas enaltecem pessoas como que tendo poderes especiais e como dignos de adoração.

5 - No entanto, vemos claramente pela Bíblia que os verdadeiros seguidores de Jesus jamais aceitaram receber adoração.

Atos 14:11-15

11. E as multidões, vendo o que Paulo fizera, levantaram a sua voz, dizendo em língua licaônica: Fizeram-se os deuses semelhantes aos homens, e desceram até nós.

12. E chamavam Júpiter a Barnabé, e Mercúrio a Paulo; porque este era o que falava.

13. E o sacerdote de Júpiter, cujo templo estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta touros e grinaldas, queria com a multidão sacrificar-lhes.

14. Ouvindo, porém, isto os apóstolos Barnabé e Paulo, rasgaram as suas vestes, e saltaram para o meio da multidão, clamando,

15. E dizendo: Senhores, por que fazeis essas coisas? Nós também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões, e vos anunciamos que vos convertais dessas vaidades ao Deus vivo, que fez o céu, e a terra, o mar, e tudo quanto há neles;

6 - Paulo e Barnabé ficaram revoltados pela tentativa de adoração a eles.


Atos 10:25-26

25 - E aconteceu que, entrando Pedro, saiu Cornélio a recebê-lo, e, prostrando-se a seus pés o adorou.

26 - Mas Pedro o levantou, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem.

8 -  Nem anjos aceitaram adoração.

9 -  A idolatria não se contenta somente em adorar outros deuses, mas também em dar-lhes forma física.

10 - Assim, surgem os retratos nas paredes e nos vitrais, as medalhinhas, os crucifixos, as bandeiras, faixas e os pequenos ídolos em gesso ou madeira.
Salmo 115:4-8

4. Os ídolos deles são prata e ouro, obra das mãos dos homens.

5.Têm boca, mas não falam; olhos têm, mas não vêem.

6.Têm ouvidos, mas não ouvem; narizes têm, mas não cheiram.

7. Têm mãos, mas não apalpam; pés têm, mas não andam; nem som algum sai da sua garganta.

8. A eles se tornem semelhantes os que os fazem, assim como todos os que neles confiam.


B - Os perdidos serão confundidos com o nosso testemunho.

1 - Alguém poderia dizer que, já que os santos nada são, então nada de mal poderia haver em estar em uma festa assim.

2 - No entanto, como vimos Paulo ensinando em I Coríntios, por detrás dos santos estão demônios.

3 - Quando se adora ou se festeja um santo, na verdade está se adorando e festejando aos demônios.

4 - E isto não é brincadeira.

5 - Além do mais, é preciso zelar pelo nosso testemunho.

6 - Comer, conscientemente, algo sacrificado ou parte de uma festa idólatra significa participar da mesa dos demônios.

7 - E isto irrita profundamente a Deus.

8 - E há o testemunho diante dos que ainda estão perdidos sem Cristo.

9 - Ao participar de uma festa junina, estaremos criando confusões na mente daqueles que ainda não entenderam a pregação contra os ídolos.

I Coríntios 10:28-33


28. Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude.

29. Digo, porém, a consciência, não a tua, mas a do outro. Pois por que há de a minha liberdade ser julgada pela consciência de outrem?

30. E, se eu com graça participo, por que sou blasfemado naquilo por que dou graças? 

31. Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus.

32. Portai-vos de modo que não deis escândalo nem aos judeus, nem aos gregos, nem à igreja de Deus.

33. Como também eu em tudo agrado a todos, não buscando o meu próprio proveito, mas o de muitos, para que assim se possam salvar.

CONCLUSÃO:

1 - Na festa "junina" de Israel, Deus mandou o seu servo Moisés exortar o povo que havia se corrompido.

2 - E ainda determinou que os israelitas idólatras fossem mortos pela traição.

3 - Talvez por causa da demora da sentença divina em nossos dias, alguns têm a tendência de acreditar que Deus deixou de ser duro quanto a isto.

4 - Mas o mesmo Deus de ontem é o de hoje e será para sempre.(hebreus 13:8)

5 - E de Deus não se zomba. (gálatas 6:7)

6 - Portanto, não participe das festas juninas,dos costumes mundanos.

7 - Não são inocentes festas populares, mas são festas idólatras que Deus não tolera.

8 - Diante de convites para participar, aproveite para dar o seu testemunho, demonstrando a vontade de Deus em sua vida.


LEMBRE-SE : Fugir da idolatria é sair da presença dos ídolos,onde ficam hospedados os demônios, debochando de seus veneradores quando fazem suas orações. Quem tem o coração prostrado perante Deus, jamais se permitirá ajoelhar-se diante dos ídolos!

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